quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O QUE NÃO SE VENDE NUMA ELEIÇÃO

As eleições estão às portas. É natural que muitos estejam eufóricos. Candidatos, partidos, eleitores, correligionários e imprensa respiram já alguns meses os ares de mais um pleito eleitoral. Toda esta euforia justifica-se não apenas pelas razões políticas inerentes ao processo em questão, mas, também, pelas razões econômicas. Há muito dinheiro envolvido. Um pleito eleitoral, seja ele municipal, estatual ou federal, movimenta a economia. As somas envolvidas são astronômicas. Por esta razão, faz-se necessário recordar algumas coisas que o dinheiro não compra, sobretudo, numa eleição, tais como: 

O Voto – este é um dos maiores direitos de uma democracia. Uma das maiores conquistas do nosso país. Quem vende o voto, vende seu direito e compromete a vida de tantas outras pessoas, além de delegar poderes a políticos corruptos. 

A Consciência – esta exerce um papel determinante em nossa vida. Age como um árbitro em todas as nações ações. Por ela, somos divinamente advertidos quanto a tudo o que compromete nossa integridade moral. Quem fere a própria consciência, torna-se réu da consciência alheia. 

O Caráter – um de nossos maiores patrimônios. Quem verdadeiramente o possui não o negocia por dinheiro algum. Quem se envolve em práticas ilícitas durante uma eleição, objetivando algum benefício, expõe a negociata do seu voto, da sua consciência e, sobretudo, do seu caráter.

Portanto, participemos de mais um processo eleitoral de modo correto, honroso e íntegro. Exerçamos nosso direito com a consciência limpa, buscando o bem de todos, afinal, nosso voto, consciência e caráter não estão à venda.

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