Eis uma das maiores preocupações e ambições pastorais dos nossos dias.
Líderes, pastores, palestrantes e tantos outros servos de Deus comprometidos
com a Sagrada Escritura estão focados nesta questão. Tal preocupação urge
diante do diagnóstico escancarado de enfermidade da igreja evangélica
brasileira.
Um quadro nefasto,
mascarado por um “suposto” crescimento numérico. Multidões inseridas e
arroladas sem quaisquer indícios de conversão ou arrependimento. Sem o mínimo
conhecimento das verdades essenciais à fé cristã. Sem qualquer sinal de
discipulado, ensino e entendimento acerca de Deus e de si mesmo. Consumidores
de um produto barato, enganoso, forjado pela milionária indústria gospel e por
profetas que acumulam riquezas no presente e juízo na eternidade.
Tal
situação persiste diante do abandono da Sagrada Escritura e do temor a Deus.
Para esta gente, tudo é relativo. Desprezam a lei de Deus e vivem suas próprias
verdades. Cegos guiados por outros cegos. Enquanto isso, uma minoria luta
exaustivamente por um retorno à Escritura, a qual ensina, repreende, corrige e
educa na justiça (2 Tm 3.16).
Nosso
desejo é permanecer entre estes que ainda creem que somente a ação do Espírito,
por meio da pregação fiel do evangelho, pode converter e santificar vidas,
gerando vigor e crescimento espiritual na igreja do Senhor Jesus.
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