quarta-feira, 19 de outubro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
O Sentido da Vida...
Caros amigos, ao completar 31 anos de existência neste mundo, sendo 16 deles como discípulo do Senhor Jesus, fiquei me perguntando: será que tenho vivido de forma intensa e significativa cada instante da minha existência? Tenho aproveitado a graça de desfrutar do fôlego de vida? Perguntas que merecem mais do que uma resposta pontual, mas, sobretudo, uma reflxão séria. Tão séria, que seja capaz de reestruturar ou direcionar os rumos daqui por diante.
Queridos, nossa vida é como um sopro. A Palavra de Deus nos diz que somos como neblina, passamos rapidamente. Não podemos perder a oportunidade que está diante de nós. Estamos vivos, e mais do que isto, estamos com Cristo! A essência da vida não consiste meramente na constatação de nossa existência, mas, na convicção de que fomos alcançados por Jesus e nele recebemos vida e vida Eterna! Estamos vivos em Jesus e para Jesus. A vida consiste em tê-lo para sempre em nós. Sem esta firme convicção, tudo perde o seu valor e significado. Não estamos aqui a toa. Não recebemos esta graça para desfrutarmos dela sem o seu real significado. Viver é um dom de Deus! Pena que alguns ainda não perceberam isto...
terça-feira, 7 de junho de 2011
Desejando o Fim da Festa - Lucas 15.29,30
Caso conheça o relato do capítulo 15 do evangelho de Lucas, você deve estar se perguntando o porque do título acima, visto que o texto narra grandes festas por algo de muito valor que foi encontrando. Contudo, se atentarmos em alguns detalhes do texto perceberemos que nem todos encontraram motivos para festejar. Na verdade, o texto inicialmente registra a revolta dos fariseus e escribas com o Senhor Jesus por que este recebia pecadores e comia com eles. Tal atitude levou Jesus a narrar as parábolas do texto em questão. Ao final, na parábola do pai amoroso que perdoa a ofensa de seu filho caçula e o recebe novamente, encontramos a triste postura de um “filho” que não se alegra com o resgate de seu irmão, não regozija-se com o seu pai, e para piorar, deseja o fim de toda festa. A esta altura você deve estar pensando: meu Deus! Que sujeitinho mal humorado ein! Nem parece filho de Deus! Entretanto, muitas vezes incorremos na mesma falta. Com freqüência nos utilizamos de vários motivos fúteis para interromper a festa. Temos dificuldade de soltar rojões por um pecador arrependido, principalmente, quando este não está em nossa lista de aniversário, natal ou ano novo. Por esta razão, é preciso rever alguns de nossos conceitos, afinal, somos ou não filhos do Pai amoroso?
terça-feira, 31 de maio de 2011
A Evangelização - Marcos 16.15
Este sempre foi um grande desafio para a Igreja do Senhor Jesus enquanto peregrina na terra. Somos convocados por Ele a proclamar as “boas novas de salvação” a um mundo cada vez mais carente. Contudo, é necessário compreendermos que evangelizar é muito mais do que falar de Cristo para alguém. Na verdade, evangelizar implica em ser testemunha. Implica em saber quem é Jesus, o que fez Jesus e respaldar com a vida que tudo isto é verdade. Esta sólida evangelização só é possível quando entendemos que o poder do testemunho não consiste em nossas palavras, mas, na Palavra de Deus. Entretanto, onde não há testemunho de vida, a Vida (Jesus) não pode ser testemunhada com poder. A evangelização não permite estas incoerências. A palavra pregada deve ser fiel a Palavra registrada. O testemunho sobre Cristo deve ser nítido na própria testemunha de Cristo. O Espírito que é Santo deve agir através do santo porta-voz, e assim, os homens são atraídos a Cristo. Contudo, ainda há um aspecto que não pode ser esquecido: a evangelização exige mais do que pregação, ela requer atitude, isto é ação. Não podemos esquecer que o Evangelho de Cristo alcança o homem por inteiro. Ele restaura o individuo moral, física e espiritualmente. O Senhor não negligenciava os marginalizados, pobres, doentes e possessos, pois, sabia que o Evangelho do Reino restaura a alma, mas, também a moralidade, hombridade e, sobretudo, a dignidade do ser humano. Foi assim com a mulher com o fluxo de sangue, com o jovem possesso que vivia nos sepulcros, foi assim comigo e com você também! Portanto, sejamos zelosos e proclamemos que Jesus Cristo alcança o pecador, e o alcança por inteiro! Aleluia!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A maior de todas as conquistas...
Caros amigos, sem sombra de dúvidas a família é um dos maiores tesouros concedidos pelo Pai Celestial. Ela é um dos principais pilares de nossa vida. Nela se inicia toda a nossa formação física, emocional, social e até espiritual. Por esta razão, quando estamos diante de alguém desestruturado e desequilibrado na vida, provavelmente encontraremos a origem de tal problema em sua casa, visto que muitos não tiveram o privilégio de receber uma boa formação em seu lar. Foram privados de carinho, amor, educação, instrução moral e espiritual, bem como, de verdadeiros exemplos de vida. Sem falar das privações materiais, tais como: um teto, uma cama, uma bicicleta, uma escola, uma boa alimentação. Há ainda aqueles que foram privados dos seus próprios pais e familiares. Eis a razão pela qual há tanta gente sem qualquer estrutura na vida e para a vida. Muitos não sabem o que significa ter um pai, uma mãe, uma família. Diante disto, não podemos permitir que seja esta a realidade de nossa casa. Não podemos permitir que coisas fúteis e temporárias deste mundo nos furtem um de nossos maiores tesouros. Não podemos lutar para ganhar o mundo inteiro e perder a nossa casa, pelo contrário, devemos lutar para ganhar a nossa casa ainda que custe o mundo inteiro. Nossa família é um presente de Deus e por isto, é preciso lutar com afinco para que ela esteja sobre a ROCHA! Devemos batalhar para que toda a nossa casa sirva ao Senhor! Que seja esta a nossa maior conquista!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Infidelidade: uma triste realidade da igreja...
Diletos amigos, eis uma das mais angustiantes realidades no cotidiano da igreja em nossos dias. Estou pasmo, perplexo, diria até mesmo "revoltado" com a maneira tão natural com que temos lidado com este perigoso pecado. Estamos tornando natural aquilo que jamais o será a luz das Sagradas Escrituras. Infidelidade é condenável em todos os sentidos da vida humana, muito mais no sentido espiritual, isto é, no que tange a nossa relação com Deus. Estou preocupado diante da insistente perspectiva de fidelidade a Deus meramente associada aos dízimos e ofertas, como se o simples (e correto) ato de contribuir fosse a expressão máxima da nossa fidelidade para com Deus. Entretanto, é imprescindível recordarmos que Deus está muito mais interessado em uma relação correta diante dele em todos os sentidos e áreas da nossa vida. Devemos ser fiéis na conduta, nas palavras, nos pensamentos, na adoração, nas relações afetivas, na pureza sexual, no culto pessoal e coletivo e em tantas outras áreas. Contudo, quando olho para a igreja dos nossos dias, constato outra realidade. O que vejo é uma igreja que negocia esta fidelidade conforme a ocasião e a conveniência, sobretudo, diante de alguns benefícios. O que vejo é uma postura amistosa diante do mundo e suas paixões sob o pretexto de ser apenas um flertizinho. O que vejo é uma adúltera vestida de noiva no altar! O que vejo é uma postura imunda nas relações trabalhistas sob o pretexto de contribuir com generosidade. E isto é apenas o que tenho visto, imaginem o que Ele tem visto, pois, os seus olhos estão sobre toda a terra a contemplar tuto e todos. Ele vê muito além do que eu. Diante disto, fico angustiado e perplexo, pois, agimos como se o Todo Poderoso não existisse! Como se o Criador fosse cego e surdo! Como se Ele não se importasse! Como se as exortações de Sua Palavra fossem contos da carochinha! Falta-nos temor! Falta-nos vergonha! Falta-nos fidelidade...
Que o Senhor tenha misericórdia de sua amada igreja, a quem teve a coragem de chamar de noiva... Aleluia!
terça-feira, 17 de maio de 2011
O que se ouve acerca de nós? Gl 1.23-24
Eis uma pergunta intrigante e ao mesmo tempo necessária. Creio que devemos considerá-la com extrema reflexão, pois, é comum nos preocuparmos demais com os outros e nos esquecermos de nós mesmos. Estamos vivendo um cristianismo cada dia mais distante da cruz, isto é, da mensagem da cruz. Falamos muito sobre bênçãos, milagres, curas, exorcismos, finanças e nos esquecemos da gloriosa mensagem da cruz. Não mencionamos mais (pelo menos com a frequência necessária) a mensagem do arrependimento, da reconciliação com Deus, do pecado e suas consequências desastrosas. Falamos muito sobre o que Deus pode fazer por nós e deixamos de lado o que pode fazer em nós. A obra de Cristo em nós é muito mais relevante do que a solução de nossos problemas transitórios. Amo esta passagem porque vejo nela a alegria do apóstolo Paulo relatando a repercusão que a obra de Cristo em sua vida teve entre os cristãos da Judéia. Por toda aquela região ouvia-se dizer que o perseguidor fora alcançado e agora propaga a fé que intentara destruir. Por toda parte se proclamava a transformação que Cristo realizara na vida de Saulo (agora Paulo). E as igrejas glorificavam a Deus acerca deste milagre! Que bênção era para o apóstolo relatar isto aos cristãos da Galácia, no intuíto de fortalecê-los na fé e advertí-los quanto aos perigos das seitas e suas perigosas ideologias. Que bênção era usar o seu próprio testemunho de vida como evidência do poder tranformador do verdadeiro evangelho de Cristo.
Diante disto, nos perguntemos: o que se propaga a nosso respeito? Que sentimento paira no coração dos irmãos ao ouvirem sobre nós? Podemos nos utilizar de nosso próprio testemunho de vida?
segunda-feira, 16 de maio de 2011
"A Palavra de Deus está em vós"... 1 João 2.14
Diante da forte perseguição e oposição pagã, além das influências devastadoras do gnosticismo, o apóstolo João encoraja a igreja cristã a superar todos estes problemas com fé, perseverança, amor e sobretudo, fidelidade a Deus e a Sua Palavra. Escrevendo aos "filhinhos", os quais são encorajados em suas classes específicas (pais e jovens), João recorda-os que foram instruídos na Palavra e que, portanto, conhecem ao "que vive desde o princípio". Diante de tamanhas adversidades e influências ruins, João brada aos irmãos assegurando-lhes que são fortes e que os mesmos tem triunfado sobre o malígno. Aqueles irmãos foram encorajados pelo discípulo amado do Senhor a continuar resistindo o Tentador, demonstrando coragem e força para não ceder as pressões do mundo. Certamente, esta deve ser a postura da Igreja do Senhor em todas as épocas. Afinal, o Malígno continua disseminando suas heresias no seio da Igreja, levantando toda sorte de perseguição e oposição a Igreja de Cristo. Contudo, tal como a Igreja do 1º século, nós temos a Palavra! Aleluia! A Palavra de Deus está em nós! O Espírito do Senhor tem implantado esta Palavra em nossos corações e nos guiado na verdade. Por esta Palavra temos força para resisitir ao mundo e suas paixões, bem como, para enfrentar toda sorte de heresias e tentações malignas.
Que esta seja a nossa postura diante do mundo e suas paixões, dos homens e suas oposições, e do Maligno e suas tentações. Triunfemos! Afinal, a Palavra de Deus está em nós!
sexta-feira, 13 de maio de 2011
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