Eis uma pergunta intrigante e ao mesmo tempo necessária. Creio que devemos considerá-la com extrema reflexão, pois, é comum nos preocuparmos demais com os outros e nos esquecermos de nós mesmos. Estamos vivendo um cristianismo cada dia mais distante da cruz, isto é, da mensagem da cruz. Falamos muito sobre bênçãos, milagres, curas, exorcismos, finanças e nos esquecemos da gloriosa mensagem da cruz. Não mencionamos mais (pelo menos com a frequência necessária) a mensagem do arrependimento, da reconciliação com Deus, do pecado e suas consequências desastrosas. Falamos muito sobre o que Deus pode fazer por nós e deixamos de lado o que pode fazer em nós. A obra de Cristo em nós é muito mais relevante do que a solução de nossos problemas transitórios. Amo esta passagem porque vejo nela a alegria do apóstolo Paulo relatando a repercusão que a obra de Cristo em sua vida teve entre os cristãos da Judéia. Por toda aquela região ouvia-se dizer que o perseguidor fora alcançado e agora propaga a fé que intentara destruir. Por toda parte se proclamava a transformação que Cristo realizara na vida de Saulo (agora Paulo). E as igrejas glorificavam a Deus acerca deste milagre! Que bênção era para o apóstolo relatar isto aos cristãos da Galácia, no intuíto de fortalecê-los na fé e advertí-los quanto aos perigos das seitas e suas perigosas ideologias. Que bênção era usar o seu próprio testemunho de vida como evidência do poder tranformador do verdadeiro evangelho de Cristo.
Diante disto, nos perguntemos: o que se propaga a nosso respeito? Que sentimento paira no coração dos irmãos ao ouvirem sobre nós? Podemos nos utilizar de nosso próprio testemunho de vida?
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