Caso conheça o relato do capítulo 15 do evangelho de Lucas, você deve estar se perguntando o porque do título acima, visto que o texto narra grandes festas por algo de muito valor que foi encontrando. Contudo, se atentarmos em alguns detalhes do texto perceberemos que nem todos encontraram motivos para festejar. Na verdade, o texto inicialmente registra a revolta dos fariseus e escribas com o Senhor Jesus por que este recebia pecadores e comia com eles. Tal atitude levou Jesus a narrar as parábolas do texto em questão. Ao final, na parábola do pai amoroso que perdoa a ofensa de seu filho caçula e o recebe novamente, encontramos a triste postura de um “filho” que não se alegra com o resgate de seu irmão, não regozija-se com o seu pai, e para piorar, deseja o fim de toda festa. A esta altura você deve estar pensando: meu Deus! Que sujeitinho mal humorado ein! Nem parece filho de Deus! Entretanto, muitas vezes incorremos na mesma falta. Com freqüência nos utilizamos de vários motivos fúteis para interromper a festa. Temos dificuldade de soltar rojões por um pecador arrependido, principalmente, quando este não está em nossa lista de aniversário, natal ou ano novo. Por esta razão, é preciso rever alguns de nossos conceitos, afinal, somos ou não filhos do Pai amoroso?
Nenhum comentário:
Postar um comentário